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Vereador Valdir da Farmácia cobra iluminação de vias e praças

O vereador Valdir Antônio Vitorino “Valdir da Farmácia” (PSL), cobrou do Poder Executivo, atenção quanto à iluminação pública e outras questões de infraestrutura em Capivari.
Em sua fala na Tribuna Livre da 31ª Sessão Ordinária, na segunda-feira, 7, no Palácio 10 de Julho, o parlamentar afirmou que a Prefeitura Municipal deve cobrar da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), qualidade em seu serviço de manutenção de iluminação pública. Além disso, Valdir reclamou que as praças da cidade estão escuras, devem ser iluminadas, e sugeriu que a equipe da Prefeitura, responsável pela iluminação, ande à noite e verifique a falta dela.
Em seguida, comentou sobre as canaletas de escoamento de água, em especial no Centro. Disse que cobra constantemente, mas que não recebe retorno, como no caso da Creche do bairro Padovani. “Eu já venho cobrando isso há muito tempo e é simplesmente uma canaleta, eu já cobrei da secretária Joceli; são pequenos problemas que vão se tornando grandes transtornos para a população”, disse.
Valdir da Farmácia ainda enfatizou a necessidade da limpeza de galerias e bueiros da cidade, antes da época de chuvas.
Abordou também a falta de uso do castramóvel. Disse que já questionou à diretora do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Maísa Assalin, e que esta respondeu que se deve à falta de anestesia, e que assim que o medicamento estiver disponível, o castramóvel entrará em ação, realizando o mutirão de castração nos bairros. “Tem que funcionar, porque foi um recurso que conquistamos, eu e o vereador Jurandir, junto ao deputado federal Ricardo Izar, para quem pediremos mais recursos para melhorias em Capivari”, afirmou.
Antes de finalizar sua fala, o vereador cobrou da Secretaria de Saúde a entrega de medicamentos solicitados por meio judicial. Ele lembrou que são medicamentos que não podem faltar aos pacientes. “São medicamentos caros e os pacientes não podem parar o tratamento, como é o exemplo dos diabéticos que fazem uso de insulina Lantus, é de alto custo e os pacientes não podem comprar”, finalizou.